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Suzanne Schuch é professora especializada em Língua Portuguesa, revisora  e assessora linguística  e nos apresenta a Língua Brasileira com suas transformações e utilizações no dia-a-dia, além de corrigir semanalmente, o nosso jornal impresso Circuito Mato Grosso.

Smschuch@ibest.com.br

Simplicidade e Felicidade

Duas palavrinhas que também devem ser ‘pensadas’ na nossa Língua Brasileira. No escrever um texto toda e qualquer pessoa pode e deve fazê-lo  de maneira simples que todos possam entender e, muitas vezes, sentir a felicidade que ele contém. Uma linguagem muito refinada, com palavras difíceis de serem entendidas pela pessoa mais simples do planeta – aquele operário, aquele trabalhador  - que não teve chance de cursar os níveis mais altos de uma escola decadente.
Discursos com palavras bonitas, promessas mil... só confunde aquele cidadão que chega com a maior boa vontade de melhorar sua própria existência e o ouve sem nada entender. “Poxa! Aquele cara fala bonito, é simpático, mas eu não entendi nada. Vou  votar nele mesmo...”
Simplicidade é a ausência de artifícios. “É uma maneira de viver exteriormente mais simples e interiormente mais rica, um modo de ser no qual nosso eu mais autêntico é posto em contato direto e consciente com a vida”. – Duane Elgin
“A simplicidade é o mais elevado grau de sofisticação”. – Leonardo da Vinci
Você conquista pessoas e não robôs, você conquista pessoas e não empregados. Você conquista amigos sinceros. Pratique a simplicidade e...  seja feliz!


POETANDO...
Nesta semana de Carnaval, para aqueles  que não gostam da folia...um poema português. Título não encontrado.

                                         De  João da Cruz
“ Por que, pois, hás chegado
Este meu coração, o não sarastes?
E, já que mo hás roubado
Por que assim o deixastes?
E não tomas o roubo que roubastes?
Extingue os meus anseios
Porque ninguém os pode desfazer
E vejam-te meus olhos
Pois deles és a luz
E para ti somente os quero ter ” .


“Não sei como se regressa a uma palavra. As palavras são como as águas dos rios. A questão é saber se somos Foz, Leito ou Fonte”. - autor desconhecido


 

 

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