Início

Boca

IMPLANTES DENTÁRIOS 1

Há muitos anos o homem tenta substituir dentes perdidos. Porém, nenhuma técnica havia sido bem-sucedida. Tentando buscar a solução ideal, vários pesquisadores  lançaram diferentes tipos de implantes, como os agulhados, os laminados, os justa ósseos (implantes convencionais).  A grande virada foram os trabalhos científicos desenvolvidos na Suécia e coordenados pelo Professor Branemark há mais de 40 anos (implantes ósseo integrados). A utilização no Brasil começou no inicio  dos anos 90 e se propagou muito.

Com a técnica baseada no fenômeno da ósseo integração que foi apresentada em um congresso (1982), pelo professor sueco  Bra¬nemark.
A técnica consistia em implan¬tar no osso um parafuso de um metal chamado titânio, que tem a capacidade de se unir ao osso de forma definitiva.

Desde então, a implantodontia tomou um novo rumo e entrou em um período em que a técnica é cada vez mais refina¬da, porém, sempre dentro dos princípios descobertos pelo Prof. Branemark.

O implante de titânio é um material bio¬compatível, portanto não causa rejeição. O que pode ocorrer são falhas técnicas (cirúrgicas ou protéticas) ou biológicas (durante a cicatriza¬ção) que levam o implante a não ósseo integrar. Porém, até mesmo isso não inviabiliza o trata¬mento. Nas poucas vezes que acontece, um novo implante pode ser recolocado e a ósseo integra¬ção se dará normalmente.

Por serem integrados ao osso, os implantes oferecem um suporte estável para os dentes artificiais. Dentaduras parciais e próteses montadas sobre implantes não escorregarão nem mudarão de posição na boca, um grande benefício durante a alimentação ou a fala. Esta segurança ajuda as dentaduras parciais e pontes, assim como coroas individuais colocadas sobre implantes, que proporcionam uma situação mais natural do que pontes ou dentaduras convencionais.


Mais De Boca Aberta:

[Outras Edições]



diHITT - Notícias