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Boca no Trombone

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O TREM DA ALEGRIA NA SEFAZ: Tem um Secretário Adjunto do Dr.´Éder Moraes que não faz outra coisa a não ser "lobby" para tentar fazer, a todo custo, o Trem da Alegria apitar na SEFAZ. Ora Sr. Secretário Éder, dispense logo o rapaz de seu serviço, já que o mesmo, pelo jeito, não quer saber de trabalhar, só de fazer os Agentes de Tributos(cargo de nomeação dele) virarem ( pela janela) Fiscal de Tributos !!!!! Acorda Dr. Éder antes que seja tarde e a imprensa comece a lhe questionar sobre esse trenzinho!!!

Tromboneiro: Antonio Toninho
Senhores segue a copia de nossa reclamação a direção e nada foi deito ajude nós. Aos senhores secitec e diretores, servidores do Ceprotec. Venho respeitosamente ate aos senhores na busca de vossa compreensão,quem sabe os senhores não estão sabendo que a data da prova do ceprotec de selecionar candidato paar o curso tecnico e mesmo dia da prova do ENEM (MEC),eu não acredito que uma instituição publica tenha a intenssão de atrapalhar uma e facilitar paar outra ou dividir os alunos que tanto querem e vão ter que optar pou uma ou a outra ou seja trabalhar para atrapalhar um a outra Instituição e inclusive sendo benefica para si mesma. Por isso senhores se estamos na intenssão de forma maior numeros de pessoas porque não ser alterado a data desta prova de selaçao do ceprotec que estar marcada para 31 de agosto de 2008. que é o mesmo dia da PROVA ENEM (prova esta muinto importante,para tanto os que estudam (estudante quanto para os senhores educadores pois medira o conhecimento do aluno) e se ficar para o dia 07 de setembro ou 14 de setembro sera melhor pois,terão mais concorrente e tera mais sucesso o vosso objetivo,e dando mais opotunidade a quem precisa,se verdadeiramente e esta objetivo vosso e tranparencia..............) desde ja obrigado,pela atenção de v.sa nos estudante cidadões e futuros candidatos... 66 9997 9545 email direitoicecb@hotmail.com

Tromboneiro: valter
Peço encarecidamente ao responsavel pelo transporte publico que nos arrumem um local so para pegarmos onibus.Está uma verdadeira tragédia este meio de locomoção.Por favor façam algo pelos usuários do trasporte coletivo.

Tromboneiro: nice da silva
Prezado Sr. Presidente Teodoro Detran-MT, Sr. Ouvidor Detran-MT e amigos. Já mandei esse e-mail no dia 26/06/2008 e não fui respondido pelo Sr. Pres. Teodoro. Assim faço mais uma tentativa agora através dos amigos da imprensa e do ouvidor da ALEMT. Mato Grosso está atrás de outros estados que já firmaram convênio com o BB e outros bancos para pagarem o licenciamento pela internet (Homebank). Os matogrossenses tem que perder tempo para ir ao banco fazer o pagamento dos mesmo. Faça um esforço pra cadastrar o Detran-MT pelo menos no BB para que deixemos de perder nosso precioso tempo em filas, por favor! Isso é uma vergonha, em pleno séc. XXI termos que perder tempo em filas de banco, isso mostra o desleixo do Dentran-MT com os cidadãos matogrossenses.

Tromboneiro: Marcus Corrêa
O TREM DA ALEGRIA NA SEFAZ Será que o Sr. Secretário Dr. Èder Moraes, até então paladino da ética e da transparencia na Sefaz, vai se dar por vendido em pareceres comprados pelos Agentes de Tributos Estaduais em relação ao trem da alegria que está apitando na porta de seu gabinete???? Vai entrar para a história de MT. Rasguem a CF federal, A contituição Estadual, joguem no chiqueiro a ética e a moral. Os agentees de Tributos, em nome do "melhor serviço prestado à sociedade" tentam engabelar o Secretário com esse discursinho... ora, se querem ser fiscais de tributos, vão estudar, passem no concurso. A SEFAZ não precisa e não merece esse tipo de "negociata" !!!

Tromboneiro: Antonio Toninho
Quero dizer ao comando geral da policia militar de mt que investigue as ações vergonhosa da policia militar de nova bandeirantes mt que exige propinas dos madereiros para deixar eles trabalharisto e uma vergonha a população e assaltada pelos proprios policiais quem deveria fazer cumprir as leis e dar segurançã na verdade são bandidos fardados que vivem exigindo propinas estorquindo dinheiro da população por favor SOCORRO livra-nos desses bandidos

Tromboneiro: ANONIMO
FLÁVIA / PÉRSIO E EQUIPE DO JORNAL CIRCUITO MATO GROSSO Inebriada, foi a noite em que pude presenciar com muito orgulho o Jornal Circuito Mato Grosso completar e comemorar 200 edições, posso e devo sim sentir-me assim porque entre tantas edições, por anos contribui e fiz parte fiel de inúmeras. Dias difíceis, alegres, conturbados, eficientes, divertidos, surpreendentes; mas sempre em busca da conquista da qualidade, eficiência, além da verdade e da .... imparcialidade. Retratou e retrata com a mesma garra com que Coração Valente objetiva sua vitória, encanta e emerge brilho pelas denuncias omissas em tantos meios de comunicação como se fossem Luzes da Ribalta, torna-se um guerreiro, firme e forte como o Gladiador ao enfrentar “poderosos”, dedica-se , aprofunda, fiscaliza e obtém as glórias de poder divulgar com respeito, dignidade notícias, cultura, lazer, política, opinião, artigos e colunas que configuram arquivos hoje em minha memória e refletem Lendas da Paixão. Mesmo tendo um Poderoso Chefão (Pérsio), que no comando e batuta orquestra com maestria sua carruagem sempre ladeado a por sua inspiradora, inteligente, perseverante, inquieta, criativa, profissional, singular esposa(Flávia), aliás, sem ela nada seria como é; formam a dupla invencível de expedicionários e percussores destemidos como Indiana Jones na conquista de seus ideais e no trabalho conjunto, com um projeto inovador e harmônico em viver a notícia, uma redação que urge 24 horas por dia nos bastidores da melhor e maior forma de informar, com integridade absoluta, sem medos e receios adentram em Parques de Dinossauros em busca do Último dos Moicanos, enfrentam celeumas, não temem, hoje cada dia mais e mais respeitados, fortes perderam o pseudônimo de ET – o “Jornal” Extra Terrestre, porque com identidade própria, trilha focado, integro. Desbravador ao apresentar em seu curriculum um aval mundialmente reconhecido, tornando-se pioneiro resoluto em nosso Estado ao contratarem uma auditoria (PriceWaterHouseCoopers). Obviamente um jornal com uma EQUIPE que fez e faz deste, um conceituado Jornal e Site de respeito e credibilidade ímpar, força disso foi a presença maciça de um público que busca informação, cultura e formador de opinião. Obrigada pela noite, por nostalgicamente enriquecer e dar-nos uma música primorosa interpretada pela Cia Sinfônica, por ter sido e certamente com orgulho sou parte integrante dessa família CMT. Parabéns, meu carinho a todos e sucesso incondicional, sempre!!! Agora é rumo a edição 300, 400......

Tromboneiro: Márcia Maria de Macêdo Chaubah.
INDIGNAÇÃO Hoje dia 03 de Junho de 2008, como todo santo dia, cheguei em meu trabalho com uma “úlcera” por culpa do caos em meu simples trajeto de casa-trabalho. Vale frisar que moro apenas 5 km de distância de meu trabalho, sendo minha residência situada nas proximidades do Shopping Pantanal e meu trabalho na Av. Miguel Sutil, próximo ao viaduto da Fernando Corrêa. É incrível como o trânsito de Cuiabá, a cada dia que passa se transforma em um “inferno”. Acredito que todos os cuiabanos e outros que circulam pelas ruas de nossa cidade, estão assim como eu, indignados e saturados de tanta “bagunça” em nossos cruzamentos, trevos, etc... Todos os dias, em todos os horários do dia, pontos como: trevo do Santo Rosa, Trevos da Miguel Sutil (principalmente Atalaia), Av. do CPA, Fernando Corrêa, Av. dos Trabalhadores, Isaac Povoas/ Prainha, Rodoviária,...e vários outros... se tornam um grande terror para toda a população que nelas necessitam passar. O que mais me indigna, é que isso ocorre como já disse, TODOS OS DIAS, EM VÁRIOS MOMENTOS DO DIA, e nada, absolutamente NADA é feito. De vez, o outro aparece um ou dois “amarelinhos” para nos ajudar (muito raro mais às vezes isso ocorre no trevo do Atalaia pela manhã – é bom frisar que eles ajudam, e muito quando este milagre deles aparecerem acontece). Bom, concluindo o trajeto de hoje: para fugir de um engarrafamento, resultante de uma batida entre dois veículos, (e sem nenhum responsável para conduzir o tráfego), resolvi cortar caminho – como vários cuiabanos, pela av. lateral do Shopping Pantanal, que vai dar na Av. dos Trabalhadores. Resultado: a Av. dos Trabalhadores estava com km de engarrafamento – motivo: o trevo da Miguel Sutil (Pedregal), o caos estava armado mais uma vez, depois de 15 minutos, parada atrás de uma fila de carros com seus condutores estressados, querendo apenas ir para o seu trabalho...resolvi entrar no Bosque da Saúde e pegar o próximo trevo (o da Atalaia), mais 5 minutos parada até conseguir atravessar a Miguel Sutil e chegar em meu trabalho, vale frisar que saí de casa às 07:50 h e consegui chegar em meu trabalho às 08:35 h, levando em consideração 12 km que tive que percorrer para não demorar ainda mais. Sendo que, se o trânsito fluísse como deveria, o percurso de minha casa ao trabalho seria de 05 km. Detalhe: quem paga pelos km rodados à mais por causa dos engarrafamentos ? Quem paga pelo estresse? Quem paga pelos atrasos em trabalhos, compromissos importantes, reuniões, etc..? Quem paga pelos desgastes das peças de nossos veículos como pastilhas, e outros ? Quem paga, somos nós, a população, a mesma que paga os impostos cobrados por nossos “administradores”. Mas agora quero saber: Quando isto será resolvido? Josiani Fava Farto Dias Arquiteta Urbanista Cidadã indignada com o futuro de nossa cidade !

Tromboneiro: Josiani Fava Farto Dias
Descaso ENGENHARIA DE MENTIRA RESULTA EM OBRA DE MENTIRA Sinfra-MT enriquece ilícitamente o Estado, pratica preços de obras abaixo de seu boletim oficial e elabora projetos ruins, massacrando fornecedores e entregando obras de qualidade duvidosa à população. A Secretaria de Infra-estrutura-SINFRA, mais precisamente a Secretaria Adjunta de Vias Urbanas, Habitação e Saneamento-SAVHS, chefiada pela dupla Joaquim Curvo/José Augusto Barini, construiu uma bomba relógio que, se explodir, produzirá estrago irreparável à imagem do Governo Estadual na capital. A bomba está programada pra explodir bem perto das eleições municipais, quando as primeiras chuvas caírem em Cuiabá em fins de setembro. Explica-se: Os vereadores Euni de Paula, Francisco Vuolo e Chico 2000 conseguiram que os 10 milhões do Tesouro Estadual que seriam repassados à Prefeitura de Cuiabá e que Wilson Santos queria aplicar nas obras da Avenida das Torres, fossem direcionados para pavimentação de diversas ruas e avenidas da Capital. Iniciativa louvável essa dos três parlamentares, não fosse a decisão de pleitearem junto ao Governo do Estado para que as obras fossem licitadas na Sinfra-MT, dada a maneira como todo o processo está sendo conduzido na SAVHS pela dupla Curvo/Barini. Os projetos executivos para a pavimentação dessas ruas, foram desenvolvidos na Prefeitura de Cuiabá, sob a responsabilicade da Enga. Geralda Rosa Costa Pessoa, Coordenadora de Estudos e Projetos da Secretaria Municipal de Infra-estrutura-SEMINFE. Todos esses projetos foram examinados e reorçados quando chegaram à Sinfra-MT. Seria a famosa “degola” que Curvo e Barini estão acostumados a fazer desde os tempos da antiga Secretaria Municipal de Obras de Cuiabá, onde também atuaram juntos na gestão Roberto França. Quando as empresas contratadas para as obras foram buscar seus respectivos projetos executivos na Sinfra-MT pra dar início aos serviços, depararam com verdadeiras aberrações: os quantitativos dos projetos não eram compatíveis com os quantitativos das planilhas, uma série de itens de serviço imprescindíveis à boa execução das obras haviam sido suprimidos e, curiosa e estranhamente, os preços unitários das planilhas não batiam com os do boletim oficial da Sinfra que é referência para composição de preços de obras para todo o Estado de Mato Grosso. Mais, no período de dezembro/07 a maio/08, os preços dos principais insumos que serão utilizados nessas obras explodiram, caso do aço, da madeira, da brita, do material betuminoso para capa asfáltica e, principalmente do cimento. Os preços "criados" pelo departamento da Sinfra chefiado pela dupla Curvo/Barini são tão escorchantes que chegam a ser inferiores aos preços dos insumos nas lojas, considerando que no preço da planilha já está embutido, material, mão-de-obra, encargos sociais, despesas administrativas, impostos e lucro. Onde será que Curvo e Barini querem chegar com isso? Trata-se de crime de responsabilidade tipificado como Enriquecimento Ílícito do Estado. As empresas contratadas para executar os serviços querem entregas obras de qualidade, mas como fazer se não há por parte da SAVHS nenhuma preocupação com relação a isso? Ficam uma série de perguntas sem resposta: será que tudo isso foi para caber no numero de ruas previamente acertado pelos vereadores atendendo a interesses em ano eleitoral? Será que Joaquim Curvo estaria demissionário e estaria armando uma bomba de efeito retardado? Por que será que a SAVHS nunca aceita nenhuma adequação em seus projetos? Feriria o ego de alguém? O resultado de tais irresponsabilidades já pode ser visto: as obras encontram-se em ritmo lento por falta de uma definição da Sinfra em relação a adequação dos preços e dos projetos, as empresas estão sendo notificadas para que iniciem seus trabalhos mesmo sem essas definições e algumas delas já foram ameaçadas de perda do contrato se não derem início às obras. Por que a indisposição para o diálogo e tanta truculência? As Empresas comentam que a ordem de Curvo e Barini é fazer como está, ignorando toda a problemática existente. Se for feito assim, haverá enorme perda de qualidade e consequentemente problemas nas primeiras chuvas que caírem no fim do ano. O que Curvo e Barini estão fazendo é o que se pode chamar de brincar de engenharia. A responsabilide para com a boa técnica e para com o dinheiro público foi completamente esquecida pelo Secretário e seu superintendente. Ultimamente a foice dos dois está tão afiada que está assustando os demais engenheiros da Sinfra-MT que andam comentando nos corredores como eles têm coragem de mandar fazer obras dessa maneira. Parece até que querem mesmo manchar a imagem do governo junto à sociedade cuiabana. Ainda não se sabe quais são as verdadeiras intenções da dupla, mas já se tem certeza que boa coisa não é. Curvo e Barini vêm fazendo um estrago violento na Sinfra que poderá afetar diretamente o secretário Vilceu Marchetti e o Governador Blairo Maggi. A conferir.

Tromboneiro: Carlos Zell
Corre pelos "corredores" que o Deputado Guilherme Maluf, propõe na AL a troca do nome do Cine Teatro Cuiabá para Teatro Ruth Cardoso, gostaria de saber o que Ruth Cardoso tem haver com a cultura local??? Se for para homenagiar alguém, que esse seja o Liu Arruda. É muita falta do que fazer mesmo, em vez de brigar para que este Cine Teatro seja entregue logo para a população local, perde-se tempo puxando saco de partido. O assunto sera debadito no Forum Permanente de Cultura, a classe não permitará tal absurdo!!!

Tromboneiro: Silvana Córdova
Mais de 1300 projetos inscritos, só que mais de 900 projetos foram devolvidos por que estavam faltando documentos, estavam mal escritos, estavam defeituosos... Nas palavras do Secretário Estadual de Cultura, Pitaluga, na sua participação no Seminário da Ação Cultural. Será que a classe artistica é tão ineficiente assim?? Ou tem alguma coisa que não foi dita? O mais interessante é que só agora que a comissão de avaliação de projetos foi criada, ela que julgará os projetos, mas então, quem julgou os projetos que já foram aprovados? Uai... ah sim é que são as mesmas pessoas... só um re-arranjo. Ah bão..

Tromboneiro: Cidadão cuiabano
Fico imaginando os seguidores do Deputado José Riva, atolado em denuncias, Como diz aquela frase..."Tudo o que ele toca vira ouro",dando um sentido dubio a frase o mais correto seria dizer: "Tudo que ele toca vira suspeito". E o pior de tudo,é que se a justiça manter o seu afastamento e com a cassação do mandato do Walter Rabello quem assume a vaga na mesa??? Than..tchan..tchan....ela, ela mesma Chica Nunes. E agora quem poderá nos defender??? Euuuuuuu Chapolin Colorado.. Reflitam amigos!!! Abraços a todos

Tromboneiro: Roosevelt Leite
quero atraves de voces cumprimentar a nova vereadora de Cuiabá,Marcia Campos,pela sua posse e pela entrevista concedida a esse importante e sério orgão da imprensa de MT.

Tromboneiro: jose luiz moura
PREFEITO DE BARÃO DE MELGAÇO IBSON (DEM) FECHA COMPROMISSO COM O GOVERNADOR BLAIRO PARA APOIAR O CANDIDATO DO PR EM BARÃO O(JUNIOR MALA), FAZENDO A INDICAÇÃO DE VICE NA CHAPA, MAS O DEM LANÇOU O MAUREZI PARA CONCORRER COM CANDIDATO PROPRIO, E AGORA PREFEITO SERÁ QUE TA COM TANTA MORAL ASSIM? A CONVENSÃO VAI SER BARULHENTA, E O PESSOAL DO MAUREZI VICE PREFEITO (DEM), PEDRO BARQUEIRO VEREADOR (DEM), NITO VEREADOR (DEM) EM PARCERIA COM O POVO VÃO TENTAR DERRUBAR O PREFEITO IBSON(DEM) E O VEREADOR ENIO(DEM), NA MINHA OPINIÃO O PREFEITO VAI PERDER NA CONVENÇÃO, POIS ESTA NO SEGUNDO MANDATO E NÃO FEZ NADA PRA BARÃO SÓ FEZ COISAS ERRADAS, ELE VAI FICAR EM MAUS LENÇOIS COM O GOVERNADOR, EU ACHO QUE O BLAIRO NÃO DEVERIA MEXER AJUDAR ESSES MAUS POLITICOS POIS ELE ESTA FAZENDO UMA BOA GESTÃO E BARÃO PRECISA DE PESSOAS COM PASSADO LIMPO, TRABALHADOR, HONESTO COM O DINHEIRO PUBLICO E QUE CONHECE A NECESSIDADE DO POVO DE BARÃO, ESSE É O PEDIDO DO NOSSO POVO E TENHA CERTEZA BLAIRO QUE VOCÊ SEMPRE SERÁ QUERIDO POR TODOS NÓS, VOCÊ TEVE 90 % DOS VOTOS AQUI, MAS SÓ VOCÊ TEVE O BRIU NA CARA E RESPONSABILIDADE COM O DINHEIRO PUBLICO, É POR ISSO QUE NA HORA QUE O SR. PRECISAR DA GENTE AQUI ESTAREMOS SEMPRE A DISPOSIÇÃO, POIS TEMOS A CERTEZA QUE O SR. NÃO VAI QUERER COLOCAR ALGUEM AQUI CONTRA A NOSSA VONTADE NÉ, POIS SABEMOS QUE O VOTO É SECRETO E NÓS VAMOS VOTAR PARA ALGUEM IGUAL AO SR. SÉRIO E HONRADO, POR FAVOR PEDIMOS AO SR. PRA NÃO INTERFERIR NESSE PROCESSO POLITICO DE 2008 EM BARÃO, POIS NÃO QUEREMOS VER O SR. JUNTO COM ESSE MALANDRO DO PREFEITO NO PALANQUE, DEUS GUIARA E ILUMINARA ALGUEM QUE TENHA UM IMENSO CORAÇÃO E RESPOSABILIDADE IGUAL AO DO SR. PRA ADMINISTRAR A NOSSA BARÃO DE MELGAÇO, OBRIGADO BLAIRO, MOVIMENTO SOS BARÃO.

Tromboneiro: MOVIMENTO SOS BARÃO
As pessoas deveriam perguntar para si mesma o porque um candidato que tem 53% dos voto não tem acima de 50% dos delegados, porque... Simples ele fez acordo & acordos, com os grupo: UL ou CNB (Ex Campo Majoritário), Graúna, Otopia e Vida, O Trabalho; mas teve acordo em que o Ludio sabia muito bem que era derrotar a Articulação de Esquerda e o seu candidato (Farina) este bom moço (Ludio) sabia que UL ou CNB (Ex Campo Majoritário) defendia coligação e o próprio (Ludio) também mas foi como sempre o mesmo gosta de uma trairagem mudou de posição na ultima quarta feira que era a renuncia do Portocarreiro em nome da unidade do Partido compromisso que os dois tinha com a UL ou CNB (Ex Campo Majoritário), muitos militantes não faz idéia de reuniões que os mesmos participaram com o Avalone (PSDB/MT) e que uma proposta de estrutura para a campanha para o digníssimo Vereador desde que o PT/Cbá não coligasse com o PR/Cbá agora imagine os motivos que este bom moço rompeu com a UL ou CNB (Ex Campo Majoritário), tanto que ele mesmo se tornou de quarta-feira pra cá um defensor ferrenho do Portocarreiro, Enelinda a srª acredita em duendes vermelhos, e porque esse digníssimo vereador não defende as bandeiras do PT/Cbá quando é a respeito da Mesa Diretora da Câmara, por acaso o mesmo pões o dedo na ferida do Lutero, como diz o Pignat “Abra o Olho Companheira” agora essa tendência UL ou CNB (Ex Campo Majoritário) que apoio o Portocareiro, mas sempre defendeu abertamente a coligação, o Ludio sempre defendeu coligação mas está pensando em sua candidatura e não na unidade do PT.

Tromboneiro: Roberto Barbosa
Concurso de ATE/Sefaz, uma piada.Aconteceu no último dia 01/06 mais uma trapalhada do Governo de MT. Escolheram sem licitação para elaborar e aplicar a prova da SEFAZ para o cargo de ATE a entidade UNEMAT. Nada contra a entidade, mas pelos acontecimentos só posso deduzir que trata-se de uma organizadora de 5ª categoria. Senão vejamos, apesar de toda segurança empreendida, até com detector de metais, nas salas onde foram aplicadas as provas a fiscalização foi precária, pessoas com lápis e borracha (o que era proibido), conversa entre concorrentes passando dicas, pessoas sendo retiradas de sala de aula após horas de permanência, o que acabou prejudicando outros que não tinham nada a ver com isso. Provas com questões iguais e na mesma ordem, quando as melhores organizadoras utilizam o sistema de embaralhamento de questões, ou seja, a prova aplicada a um candidato qualquer é diferente da que o candidato da frente, do lado e de trás está fazendo, evitando a comunicabilidade entre candidatos; senão prá que serve a identificação de cadeiras (utilizado pela entidade) para o candidato sentar-se. Além de questões elaboradas de forma dúbia, cheias de duplo sentido, de questões sem alternativas válidas,por problemas de digitação, outras com duas respostas válidas e até aquelas sem nenhuma alternativa correta, por interpretação absurda dos elaboradores da prova. Num momento em que o concurso público se torna um imperativo de impessoalidade e moralidade no serviço público, cabe observar com mais carinho (boa-vontade), sem discriminações, se a nossa UNEMAT tem condições de prestar um serviço tal importância quanto a organização e elaboração de provas para concursos, já que até o momento de aplicação as provas são sigilosas, pelo menos, após aplicadas procurem rever os erros e anular as questões que possam ter prejudicado os candidatos. Ou se esqueceram que a Administração pode rever (revogar) seus atos quando inoportunos, ou anulá-los por vícios que os tornem ilegais. Aplicar aquela prova pode ser legal (embora desrespeite o princípio da eficiência,já que não atingiu seus objetivos com os meios aplicados), mas é sem dúvida imoral.

Tromboneiro: Concurseiro
_Ola senhor prefeito, o senhor devia pelo menos passar na rua 123 do bairro jardim brasil. que liga com o cpa 4 4a etapa, para ver que, não tem condições de passar na rua! moro aqui a 16 anos .espero o asfalto um dia ele chega ,a esperança nunca morre. ok?

Tromboneiro: daniel silva reis
Com a instalação de usinas de cana de açucar no interior do estado do Mato Grosso do Sul, está havendo excesso de vagas de emprego em algumas areas, e isto não está sendo divulgado na midia!! O serviço de transporte na região por exemplo, atualmente encontra-se prejudicado pela falta de motoristas de caminhão!! Do que adianta o governo e os estados investirem milhões para a instação de usinas como a Louis Dreyfus (http://www.ldcommodities.com.br/web_portugues/home.asp) se não há infra-estrutura para trabalharem? Se não é divulgado esse tipo de noticia? Acredito que essa noticia seja de interesse nacional, pois o estado de MS não tem trabalhadores especializados para preencherem todas as vagas.

Tromboneiro: Tatiane - Mato Grosso do Sul
GENTEEEEEEEEE.... OLHA COMO AS PREFEITURAS DE VÁRZEA GRANDE E CUIABÁ ESTÃO VENDIDAS PARA O BANCO REAL... NINGUÉM CONSEGUE MAIS EMPRESTAR DINHEIRO PARA NÓS FUNCIONÁRIOS... SOMENTE ESTE BANCO QUE MANDOU FECHAR AS PORTAS PARA OS OUTROS BANCOS SOB A AMEAÇA DE METER UMA MULTA GIGANTE SE AS PREFEITURAS PERMETIREM. SACANAGEM DA GROSSA... PALHAÇADA....

Tromboneiro: ASTROGILDO INDIGNADO
O TREM DA ALEGRIA NA SEFAZ Será que o Sr. Secretário Dr. Èder Moraes, até então paladino da ética e da transparencia na Sefaz, vai se dar por vendido em pareceres comprados pelos Agentes de Tributos Estaduais em relação ao trem da alegria que está apitando na porta de seu gabinete???? Vai entrar para a história de MT. Rasguem a CF federal, A contituição Estadual, joguem no chiqueiro a ética e a moral. Os agentees de Tributos, em nome do "melhor serviço prestado à sociedade" tentam engabelar o Secretário com esse discursinho... ora, se querem ser fiscais de tributos, vão estudar, passem no concurso. A SEFAZ não precisa e não merece esse tipo de "negociata" !!!

Tromboneiro: Antonio Toninho
Nossa! Chega até a dar calafrios só de pensar/ler/escrutar o que a Marina Silva fala; impressionante o quanto de "besteiras" que a mesma fala, o pior é que não tem conhecimento de causa (ops, tem sim né, ela contrata meia duzia de técnicos em meio ambiente, ou ler alguns jornaizinhos por ai) e disso forma idéias "sinistras". Lembro-me que dias atrás ela falou que a redução do desmatamento no Brasil estava acotecendo por conta das medidas que o governo vinha tomando... Eh, tipico "bla-bla-bla" de politicos que querem -ou são treinados- para enganar o "Povo", povo esse que, nem sempre, se da ao trabalho de ler bons jornais pra se informar melhor, aceita a "verdade" como ela é sem ao menos questionar... Bom, no fato acima, o "motivo" dessa "redução no desmatamento" foi, a crise agropecuaria que fez com que o valor da carne caisse em todo o mundo,logo, produzir menos. Ai o preço sobe e o desmatamento também... Mas, fico cá perguntando... E as "medidas que o governo tomou"? Eh, "neztepaíz" tudo é possível...

Tromboneiro: Dudu Magalhães
Absurdo estes desmandos na Sefaz... Pior ainda foi a Operação nas garagens de carros que acabou em pizza. Cadê o novo modelo de gestão de Éder Moraes?

Tromboneiro: Anônima
Lá vem o trem da alegria da SEFAZ. Trilhos quase colocados para a passagem de ATE's para FTE's sem concurso público e no tapetão. E aqueles que estudam para alcançarem uma vaga no serviço público vai ficar vendo navios e a Constituição Federal sendo rasgada por um pequeno grupo que não conseguem passar em concurso mais difícil! fontes: www.siprotaf.com.br www.sinfate.com.br

Tromboneiro: Anônimo
Bom dia, queria compartilhar com vcs a informação de q o filho do "ilustre" presidente lula, o LULINHA, q até pouco tempo trabalhava no zoo de São Paulo com salário de R$1.500,00, comprou uma fazenda chamada fortaleza de porteira fechada em VALPARAÍSO-SP por apenas 47 MILHÕES de reais, q pertencia ao Sr.José Prata maior produtor de gado do SP. E nenhum órgão de imprensa divulgou essa pequena transação. Como é ótimo ser filho do barba, q "trabalha" em prol do POVO.

Tromboneiro: Humberto Netto
_eu só queria que, o senhor prefeito viésse aqui no jardim brasil para ver a obra prometida como esta indo.a eleicão esta chegando senhor wisom?

Tromboneiro: daniel silva reis
Eu queria aqui deixar meus apelos ao ministerio publico...eis q é o clâ da justiça, venho aqui para manifestar-se contra as propandas fora de época deste sevidores de plantão...olha só o Walter fazia oq q queria saiu do ar graças....a......agora pleo amor deus o maksues faz cabine de prefeitavel aína cara dura e nãoé punido....vamo tirar esta cara daí...e as faixas em varzea grande....assim...parabens pelo dias da maes homenagem da fundação julio campos...q isso min. publico vamo acabar com essa algazarra aí né chega de poderio economico..aposto se fosse um zé da vida se ele não tava penalizado vamos agir né

Tromboneiro: reginaldo
Coligações e acordos As coligações são sub-regra das regras eleitorais, pior que existe na política partidaria, são os piores ações e atividades rasteiras de acertos. Para promover um acordo de coligação, envolve "acerto" de horário elitoral, "acerto" de Cargos, "acerto" de verbas para campanha, geralmente repassados em caixa 2, até "acerto" do Cargo de vice, até a chefia do Cemitério. Primeiro passo para tornar uma elição limpa, é promover uma reforma elitoral proibindo coligações, o partido para existir e ser forte terá que disputar eleições por suas própria força e formação. Com esse primeiro passo, muitos atos desonestos, serão retirados das ações políticas. Pense bem, o povo elege um partido para governar e os outros para fiscalizar, mas o que realmente existe antes e depois da eleição, são esses tipos mais absurdos de "acertos", antes e depois das eleições. O povo elege um mandatário, pensando que além do programa de governo previamente apresentado no horário elitoral, ele ira escolher para o quadro de Assessores e Secretariados os técnicos mais preparado em cada área, mais honesto, mais eficênte e mais competente. Mas veja o que acontece, todo dia troca-se o secretário por acordo político, em acerto para obter a maioria, ou a palavra mais usada "governabilidade", essa governabilidade custa caro para os cofres do Estado, dos Municípios, para os "acertos" das coligações pesa muito no bolso do povo. A saída, é uma só, reforma elitoral. Wilson Carlos Fua fua@terra.com.br

Tromboneiro: Wilson Carlos Fua
Há alguns anos venho participando da cena cultural de nosso estado e venho acompanhando o trabalho em especial das companhias teatrais, que com seu longo caminho de estrada por vezes ainda permanecem incógnitas na cena cultural. Grupos com anos de estrada como o Pessoal do Anima, Cena Onze, Mosaico e Fúria que atualmente são os mais conhecidos ainda tendem a brigar pelo patrocínio de seus trabalhos, sem falar na falta dos espaços que nos são de direito, gostaria de saber se teremos espaço para mostrar nossos trabalhos no Cine Teatro, será? Hoje travo uma batalha para erguer meu pequeno e iniciante grupo Cia. Trapo de Teatro, só que não estou só por estes caminhos. Atores, diretores, produtores culturais, entre outros resolveram se unir e fortalecer o segmento teatral em nosso estado, buscando soluções para nossos problemas e dificuldades diversas, planejando e executando ações conjuntas que resultem no desenvolvimento e expansão de um mercado profissional de teatro. São os teatreiros conectados em busca de mais espaços, de voz, de mídia, de ações conjuntas com o poder público e com a população.

Tromboneiro: Silvana Córdova
E CONTINUA A VERGONHOSA PROPOSTA DO SR. BLAIRO DE ELEVAR O SALÁRIO DO INVESTIGADOR DE POLÍCIA COM NÍVEL SUPERIOR DE R$1.375,00(BRUTO) PARA R$1.619,00, ISSO É UM ABSURDO, UM ESTADO Q ARRECADA 5 BILHÕES POR ANO, REPASSA MILHÕES PARA ASSEMBLÉIA E JUDICIÁRIO VEM COM UMA DESCULAPA Q O ESTADO NÃO PODE DAR UM AUMENTO MAIOR Q ESSE. SERÁ Q O "ILUSTRE" GOVERNADOR PENSA Q SOMOS IMBECIS???? É MUITA FALTA DE VERGONHA NA CARA UM GOVERNANTE OFERECER UM SALÁRIO DESSES E OS DEPUTADOS NÃO TOMAREM UMA ATITUDE EM FAVOR DOS INVESTIGADORES. MAS 2010 VAI CHEGAR E ESPERO Q A SOCIEDADE RESPONDA A ALTURA A SACANAGEM Q ESSE SR. MAGGI FAZ COM OS SERVIDORES Q TRABALHAM DE MANIERA ÁRDUA EM PROL DA SOCIEDADE, NA QUAL ELE FAZ PARTE.

Tromboneiro: Umberto Netto
Caros leitores. Em outubro de 1995, minhas empresas fizeram uma confissão de dívidas junto ao Banco do Brasil de ± R$ 722.000,00; Em outubro de 1997, após diversos atrasos nos pagamentos, aditivos à dívida confessada e diversos pagamentos efetuados, fizemos mais uma confissão de dívidas no valor de ± R$ 800.000,00. A partir de então, iniciei uma auditória particular na conta corrente das empresas e constatei 14 erros contábeis cometidos pelo Banco do Brasil. Encaminhei esses erros através de ofícios e em fevereiro de 1998, o Banco do Brasil reconhece que os erros realmente aconteceram, informam que os atualizaram e encontraram o valor de ± R$ 76.000,00 a nosso favor; mas, tendo em vista que em negociações passadas, haviam nos concedido um desconto negocial de ± R$ 330.000,00, utilizariam o valor de encontrado para abater no desconto concedido. Em sua resposta, informaram o método utilizado para a atualização dos seus erros e ao aplicar o mesmo método, ao invés de ± R$ 76.000,00, encontrei o valor de ±R$ 800.000,00. Organizaram uma reunião na Superintendência Regional de Campina Grande para discutir minhas reclamações, para a qual, foi convidado o meu sócio e os dois avalistas da confissão de dívidas, a minha pessoa era “persona non grata”, pois contestava todas as ponderações do Banco. Ainda procuro entender como se discute uma dívida sem o devedor participar da discussão. Apesar da arbitrariedade, municiei um dos avalistas com mais dez erros constatados na conta corrente das empresas. Começada a reunião, ficou claro para os presentes, que não era para discutir a dívida e sim para que impusessem a minha pessoa um ponto final nos meus ofícios reclamatórios. O avalista argumentou que havia sido disponibilizado mais dez erros, entregou a discriminação dos mesmos ao Superintendente e informou que dezenas de outros já haviam sido constatados;, o Superintendente ao ver que suas ameaças não surtiriam mais efeitos diante do fato novo, passou a me tratar como amigo do banco do Brasil, solicitando que eu enviasse todos os erros até então constatados. Exigi que primeiro me respondessem aos ofícios enviados com os novos dez erros, o que fizeram em julho de 1998, dessa feita, reconhecendo apenas seis e contestando contabilmente os outros quatro (os quais foram reconhecidos como contabilmente errôneos pela pericia judicial), dessa feita encontraram um valor a nosso favor de ± R$ 136.000,00 e do mesmo modo, estavam subtraindo esse valor do desconto negocial antecedentemente citado. Do mesmo modo, calculei os 20 erros reconhecidos pelo Banco do Brasil, aplicando o mesmo método que o mesmo informou que aplicou, e encontrei um valor a nosso favor de ± R$ 1.700.000,00. Enviei um ofício ao Banco do Brasil com minhas planilhas de cálculos e solicitei que me enviasse as suas planilhas, pois desse modo, tanto eu como eles, poderíamos aferir qual a correta e chegar ao deslinde da questão. Até hoje, espero por suas planilhas, apesar de prometerem que as enviariam. Ao constatar que estava tratando com bandidos, resolvi suspender qualquer negociação e continuei aos trancos e barrancos pagando a confissão de dívidas, mas ao mesmo tempo, continuei minhas pesquisas contábeis. Contatei por fim, que perpetraram 319 erros nas contas correntes das empresas, suspendi no início de 2001 o pagamento da confissão de dívidas repactuada em 1997 (de uma dívida original em outubro de 1995 de ± R$ 722.000,00, pagamos ± R$ 1.300.000,00)e comecei a me preparar para o embate jurídico que viria pela frente. Consultei diversos advogados, contabilistas e economistas e finalmente, em agosto de 2001, movi uma Ação de Nulidade de Ato Jurídico, cumulada por indenização por Perdas e Danos, Morais e Materiais. Na referida Ação, as contas correntes foram submetidas a uma Auditória Contábil Judicial, com perita da confiança do Juízo, a qual, constatou que nas contas correntes foram perpetrados pelo Banco do Brasil ± 280 erros contábeis, os quais, até 30/09/1995, trouxeram um prejuízo efetivo para as autoras de ± R$ 8.870.000,00 (oito milhões, oitocentos e setenta mil reais). Na Sentença de 1º grau em Campina Grande, foi anulada a confissão de dívidas e o Banco do Brasil condenado a devolver todo o dinheiro pago dessa confissão e todos os valores apurados como indevidos pela perícia contábil, condenado também ao indébito em dobro, não sendo condenado em danos morais. Dessa decisão o Banco entrou com embargos de declaração, o qual foi rechaçado pelo Juízo de 1º grau e mantida a Sentença na integra. Inconformado, o Banco do Brasil entrou com Recurso de Apelação para modificar a Sentença de 1º grau e nos entramos com Recurso Adesivo para que fosse o Banco condenado ao pagamento de danos morais. O Tribunal de Justiça da Paraíba rechaçou todos os argumentos do Banco do Brasil por unanimidade e acatou o nosso de dano moral por maioria de votos. Mais uma vez inconformado o Banco do Brasil entra com embargos de declaração, que, mais uma vez é rechaçado por unanimidade, mantendo-se a decisão anterior. Ainda em seu inconformismo, apela para embargos infringentes para modificar o dano moral, o qual, está em vias de ser julgado pelo Tribunal Plena de nossa Egrégia Corte de Justiça. Nesse meio tempo, após adentrar com a Ação de Nulidade, passamos a sofrer todo tipo de perseguição do Banco do Brasil e ao sentir que não nos intimidariam, passaram a pressionar nossos avalistas, ameaçando suspender e/ou não renovar ou conceder crédito aos mesmos, caso eu não retirasse a Ação de Nulidade da justiça. Sou comerciante e ex-bancário, sabedor que todo Banco tem seus podres, comecei a pesquisar os podres do Banco do Brasil e me perguntei, onde achar alguém que conheça os podres e esteja disposto a falar. No site do T.R.T. pesquisei ex-funcionários que estivessem ou tivessem sendo demitidos por justa causa e encontrei dois processos; um em Itabaiana e outro em Juripiranga. De posse dos números dos processos, fui a Itabaiana e xeroquei o processo de Itabaiana, não sendo possível xerocar o de Juripiranga pois estava em Segredo de Justiça. A partir de então, comecei uma investigação particular e encontrei a pessoa de Ednaldo Dantas da Nobréga, que com suas informações valiosas deram um rumo direto as falcatruas a seguir descritas. Constatei que nas agências do Banco do Brasil na Paraíba, foi engendrado o maior crime financeiro já cometido na história desse País. Tudo começou em novembro de 1995, quando diversas agências do Banco do Brasil, sob a determinação da Superintendência Estadual da Paraíba, Superintendência Regional de Campina Grande e Superintendência Regional de João Pessoa, iniciaram a cobrança ilícita de tarifas bancárias, as quais, se perpetuaram até setembro de 2000. Referidas tarifas ilícitas, basicamente, consistiam na cobrança de uma “sobre tarifa” a tarifa legal existente no quadro de tarifas e serviços do Banco do Brasil, bem como, a cobrança de tarifa inexistente no quando de tarifas e serviços. Por exemplo: 01) Pela devolução de cheque por insuficiência de fundos, o emitente pagava uma tarifa legal (prevista no quadro de tarifas e serviços) de R$ 3,35 até 09/02/96 e de R$ 8,00, à partir de 12/02/96 até setembro de 2000. Referidos valores legais eram cobrados sob o código 202-Tarifa-Taxa pelo próprio sistema de computação do Banco do Brasil, sempre no mesmo dia da devolução do cheque por insuficiência de fundos. No valor de R$ 3,35, o valor de R$ 3,00 era a Tarifa do Banco do Brasil e R$ 0,35 era a taxa do Banco Central. Quanto ao valor de R$ 8,00, o valor de R$ 7,65 era a Tarifa do Banco do Brasil e R$ 0,35 era a Taxa do Banco Central, tudo de acordo com os Quadros de Tarifas e Serviços do Banco do Brasil, vigentes na época de cada cobrança efetuada. Diversas agências cobravam uma sobre tarifa ilícita de R$ 3,65; R$ 3,00; R$ 7,00; R$ 10,00 e R$ 15,00, dependendo da agência, do cliente, da data, da necessidade dessa agência em fazer CAIXA 02, do humor do gerente ou do funcionário encarregado de operacionalizar essas cobranças ilícitas. Em todas as agências eram cobradas também sob a rubrica 202-Tarifa-Taxa, com exceção da agência 0011-6 – Centro – João Pessoa, que cobrava o valor ilícito sob a rubrica 170-Tarifa de Serviços. 02) Quando o correntista efetuava um empréstimo de C.D.C., havia uma tarifa legal por contratação e/ou abertura de crédito, prevista no Quadro de Tarifas e Serviços, que era automaticamente cobrada pelo sistema de computação do Banco do Brasil. Contratualmente falando, era a única tarifa que o cliente deveria pagar; era um percentual sobre o valor do empréstimo, limitado a um valor mínimo e máximo. Por Exemplo: No quadro de tarifas e serviços em vigor no dia 11/05/1998, consta que a tarifa de abertura de crédito – contratação é de R$ 20,00. Em 11/05/1998, um cliente de Itabaiana contrata 02 (dois) empréstimos de R$ 10.000,00, pelos quais, deveria ter pago o valor de R$ 40,00. Consta do extrato da conta corrente desse cliente uma cobrança de R$ 600,00, donde se concluí o obvio: foi roubado em R$ 560,00. Outro exemplo: As agências, dependendo do cliente, todo mês, ao ser cobrada uma parcela de empréstimo de C.D.C., cobravam uma Tarifa ilícita de R$ 13,00; algumas sob a rubrica de 189-BB Financeira - C.D.C., outras sob a rubrica 177-Empréstimo. As cobranças eram tão sem nexo ou controle, que alguns clientes sequer tinham empréstimo de C.D.C. ou algum outro tipo de empréstimo, mas mesmo assim, eram cobradas na sua conta corrente referida tarifa de R$ 13,00. Mais um exemplo: além da cobrança legal efetuada pelo sistema de computação da tarifa por contratação e/ou abertura de crédito, havia uma outra cobrança de contratação e/ou abertura de crédito efetuada pela agência. 03) Quando a conta corrente, por qualquer motivo, desde que dado causa pelo cliente, apresentava saldo devedor e/ou saldo devedor acima do limite de cheque ouro, o Quadro de Tarifas e Serviços prévia a cobrança de uma Taxa Saldo Devedor de R$ 7,00. Referida Tarifa era cobrada pelo sistema de computação do Banco do Brasil, sob a rubrica 239-Taxa Saldo Devedor, identificando no extrato da conta corrente, no campo "nº do documento", a data a que se referia a cobrança. As agências, algumas cobravam uma sobre tarifa ilícita de R$ 7,00, R$ 10,00, R$ 15,00, R$ 20,00, etc, dependendo da agência, da data, do cliente, do humor do gerente ou do funcionário encarregado de operacionalizar tais cobranças ilícitas e ainda da necessidade da agência em fazer CAIXA 02. Referidas cobranças eram efetuadas sob a rubrica 202-Tarifa-Taxa. 04) Quando o cliente solicitava 01 talão de cheques, o Quadro de Tarifas e Serviços prévia a cobrança legal de uma tarifa de R$ 3,40 ou R$ 4,50 (dependendo da época), desde que fosse o 2º talonário retirado no mês, pois o 1º talonário do mês era obrigatoriamente gratuito. Referida Tarifa legal era cobrada pelo sistema de computação do banco do Brasil sob a rubrica 127-Fornecimento de Talão de Cheques. As agências, quando a tarifa legal era de R$ 3,40, cobravam uma sobre tarifa ilícita de R$ 6,60. Quando a tarifa legal era de R$ 4,50, cobravam uma sobre tarifa ilícita de R$ 5,50. Muitas vezes, cobravam uma tarifa ilícita de R$ 4,50 (o mesmo valor da tarifa legal), outras vezes cobravam R$ 10,00. Em algumas agências, quando se tratava do 1º talonário de cheques, o qual, obrigatoriamente deveria ser gratuito, cobravam R$ 10,00. Operacionalizavam sob as mais diferentes rubricas, tais como: 004-Saque com Recibo. 064-Despesas Diversas. 056-Débito de Tarifa. 127-Fornecimento de Talão de Cheque. 05) Quando um cheque é devolvido por 02 (duas) vezes por insuficiência de fundos, referido cheque e o emitente são cadastrados no C.C.F. (Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos do Banco Central do Brasil). Ao resgatar o cheque, o correntista deve solicitar sua exclusão do referido Cadastro, e, para tal exclusão, deveria pagar uma Tarifa ao Banco do Brasil de R$ 15,18 e uma Taxa ao Banco Central de R$ 6,82, as quais totalizam o valor de R$ 22,00, tudo de acordo com o Quadro de Tarifas e Serviços do Banco do Brasil. As agências do Banco do Brasil cobravam R$ 27,00 do correntista, sob as rubricas de: 202-Tarifa-Taxa. 064-Despesas Diversas. 004-Saque com Recibo. 06) Funcionários inescrupulosos do Banco do Brasil, através de comandos internos, alteravam sorrateiramente o valor do juro sobre saldo devedor em conta corrente do cheque ouro, fazendo com que o correntista pagasse mais do que era devido. 07) Gerentes desonestos criavam empréstimos fantasmas, creditando a conta corrente em determinado valor num dia e no dia seguinte, liquidavam os empréstimos fantasmas, debitando a conta do cliente sempre em valor superior ao valor creditado. Resultado: O Banco do Brasil embolsava o lucro. 08) Determinado correntista ao pagar a parcela de empréstimo de C.D.C. (Crédito Direto ao Consumidor), sob a rubrica 189-BB Financeira-CDC, a agência de Itabaiana-PB, lhe cobrava sob a mesma rubrica 10,00% do valor da parcela. 09) Cobrança ilícita de R$ 15,00 por tarifa de abertura de conta corrente, quando não havia sua previsão no quadro de tarifas e serviços. 10) Quando por qualquer motivo era cobrado um valor a menor do cliente, 24 horas depois a agência localizava o cliente e cobrava a diferença; se o mesmo possuísse conta corrente, debitava a mesma. O inverso deveria ter o mesmo procedimento; se por qualquer motivo era cobrado um valor a maior do cliente, 24 horas depois o sistema devolvia o valor para a agência e a mesma deveria localizar o cliente ou creditar na sua conta corrente. A Agência mercado central de Campina Grande, creditava o valor em receitas da agência e o cliente amargava o prejuízo. 11) O cliente contratava um empréstimo em determinada data e a agência por qualquer motivo só o liberava “xis” dias após a contratação. Na contabilidade desse empréstimo, o crédito na conta corrente do cliente era contabilizado “xis” dias depois da contratação e o débito na conta corrente gráfica do empréstimo era contabilizada na data da contratação. Ou seja, o cliente pagava juros desde a contratação, mas o dinheiro só entrava na sua conta correte “xis” dias depois. Todas as falcatruas acima citadas, foram constatadas através de pericia contábil judicial e pericia contábil da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, conforme comprova o relatório da Polícia Federal em anexo. São mais de 300 (trezentos) funcionários e ex-funcionários do Banco do Brasil que participaram ativamente dessa “quadrilha de ladrões”, engendrando e pondo em prático o “maior assalto financeiro do Brasil”. Pelos meus levantamentos atuais, estimo que aproximadamente 90.000 (noventa mil) correntistas foram lesados no Estado da Paraíba, no valor aproximado de R$ 90.000.000,00 (noventa milhões de Reais). Esse valor (R$ 90.000.000,00) roubado, gerou nas contas correntes garfadas, no mínimo mais uns R$ 410.000.000,00 (quatrocentos e dez milhões de reais), que foram e estão sendo pagos até hoje, como conseqüência dessas cobranças ilícitas de tarifas bancárias. Desculpem os erros de português e concordância. Coloco-me a disposição para quaisquer outros esclarecimentos que julguem necessários. Arlindo Rogaciano Aragão de Melo. C.P.F. = 131.426.904 – 68 Campina Grande – Paraíba. (83) 3337.7595 – 8847.7595 – 3331.1515

Tromboneiro: arlindo rogaciano aragão de melo