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Carlos, o Chacal, expulsa advogados de novo julgamento

 

O julgamento de apelação do venezuelano Ilich Ramírez Sánchez, conhecido como Carlos, o Chacal, por quatro atentados cometidos há 30 anos, começou nesta segunda-feira em Paris sem a presença dos advogados de defesa, a pedido do réu.

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Menino autista gênio da física é cotado para um dia levar Nobel

 

Aos dois anos de idade, o jovem americano Jacob Barnett foi diagnosticado com autismo, e o prognóstico era ruim: especialistas diziam a sua mãe que ele provavelmente não conseguiria aprender a ler ou sequer a amarrar seus sapatos.

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Venezuelano faz fila e marca braço com caneta por falta de farinha

 

Marcar no braço, a caneta, um número de controle se tornou uma das únicas formas de obter farinha de milho em Barquisimeto, uma das maiores cidades da Venezuela, no Estado de Lara (centro).
 
Fotos com as longas filas de consumidores com o braço marcado para comprar o produto --ingrediente da arepa, quitute base da dieta do país-- se tornaram nesta semana o símbolo da escassez de produtos na Venezuela, que chegou ao maior patamar dos últimos cinco anos, segundo medição feita pelo Banco Central.
 
Há outro dado preocupante para o presidente Nicolás Maduro, divulgado nesta semana: a inflação de abril foi 4,3%, contra 2,8% de março. O acumulado dos últimos 12 meses é 29,4%.
Além da farinha de milho, cujo nível de escassez é o dobro do geral faltam farinha de trigo, frango, leite em pó, açúcar e papel higiênico.
 
 
O governo atribui a alta de preços e o desabastecimento à especulação de empresários que querem dar um "golpe econômico" em Maduro.
 
Para analistas, os problemas são fruto da queda da produção (desestimulada em parte pelos tabelamentos  de preços), do aumento da demanda e da paralisação nas importações pelo atraso na entrega de divisas oficiais.
 
Durante visita a Brasília, anteontem, Maduro disse que o Brasil vai ajudar seu país a "conseguir o objetivo de curtíssimo prazo" de aumentar a produção alimentícia local.
 
"O problema não se resolve pedindo cacau [ajuda] a países 'amigos', mas estimulando o investimento", criticou Luis Vicente León, do instituto Datanálisis ontem. "Podem passar horas de discursos, ataques, mas sem abastecimento as pessoas se irritam. E não haverá sem empresas, preços e divisas", declarou o analista.
 
UOL
 

EUA: 19 pessoas ficam feridas em tiroteio em desfile do Dia das Mães

 

Pelo menos 19 pessoas ficaram feridas, três em estado grave, após um tiroteio durante desfile do Dia das Mães ocorrido neste domingo em Nova Orleans, no Estado americano de Louisiana.

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Passa de 1 mil o nº de mortos após desabamento de prédio em Bangladesh

 

O número de mortos após o desabamento de um prédio onde funcionavam fábricas têxteis em Bangladesh, no dia 24 de abril, passou de 1 mil, de acordo com o último levantamento divulgado pelas autoridades nesta sexta-feira, segundo informações da agência Associated Press.

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Passagem do cometa Ison vai cobrir Terra de poeira em 2014

 

 

A primeira jornada do cometa Ison pelo Sistema Solar pode formar uma chuva de meteoros. Bem diferente na sua passagem próxima a Terra. Considerado o cometa do século 21, uma sonda da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) detectou que o Ison, que é maior do que a Austrália, está arremessando cerca de 50,8 mil quilos de poeira por minuto no espaço.
 
Paul Wiegert, pesquisador da Universidade de Western Ontario, nos Estados Unidos, criou um modelo computacional para definir a trajetória do cometa e calculou que essa poeira fina vai atingir a Terra em janeiro do ano que vem.
 
"Durante vários dias, em especial em 12 de janeiro de 2014, a Terra passará por um fluxo de poeira muito fina produzida pelo cometa Ison em seu caminho para o Sol. E essa chuva de meteoros pode ter propriedades interessantes", avisa o pesquisador de meteoros.
 
A fina chuva de meteoros vai atingir várias partes do globo terrestre no mesmo instante, prevê modelo de Wiegert, já que sofrerá influência do Sol e da Terra.  Como as partículas liberadas pelo cometa são muito pequenas, com diâmetros menores do que um glóbulo vermelho de sangue humano, elas serão empurradas pela pressão dos raios de Sol ao mesmo tempo que serão capturadas pela gravidade terrestre.  
 
Abril - O telescópio Hubble detectou o cometa Ison se aproximando da órbita do planeta Júpiter no último dia 10, ficando a cerca de 621,2 milhões de quilômetros de distância da Terra. Segundo medições prévias, o núcleo do cometa não passa dos 6,5 quilômetros de diâmetro, mas sua cabeça chega a quase 5.000 quilômetros de diâmetro (1,2 vez maior do que a Austrália). Já o rabo se estende por mais de 91,7 mil quilômetros de comprimento, indo além do campo de visão do telescópio. O cometa está fazendo sua primeira viagem para o interior do Sistema Solar (à esquerda) e pode ficar visível no céu do nosso planeta em novembro de 2013, segundo a Nasa (Agencia Espacial Norte-Americana). A imagem acima foi feita em luz visível - a falsa cor azul serve, apenas, para evidenciar detalhes da estrutura do Ison Leia mais NASA, ESA, J.-Y. Li (Planetary Science Institute), and the Hubble Comet ISON Imaging Science Team
Sem estrelas cadentes
 
Mas essa chuva de meteoros incomum dificilmente será vista do nosso planeta. Devido ao tamanho, os pequenos grãos do cometa não conseguirão passar pela atmosfera do nosso planeta.  Mesmo se forem arremessados a uma velocidade de 56 km/s, eles devem parar nas camadas superiores sem explodir nem formar estrelas cadentes.
 
"Então, em vez de queimar e emitir um flash de luz, as partículas vão cair suavemente em direção à Terra", explica Wiegert. Essa queda será tão lenta - pode levar dias, meses e até anos para que ela assente na superfície terrestre - que vai impedir de ser um fenômeno visível no céu do planeta.
 
O único sinal detectável do rastro de poeira do Ison provavelmente será uma proliferação de nuvens azuis sobre os polos da Terra. Essas "nuvens brilhantes", dizem os astrônomos, poderiam ser ativadas pela poeira cósmica nas altas camadas da atmosfera do mundo.
 
UOL
 

Doença que destrói mandioca pode levar milhões à fome na África

 

"Estamos enfrentando uma tragédia humana", diz o pesquisador Calir Hershey a respeito de uma doença que tem o potencial de ameaçar a subsistência de 300 milhões de pessoas na África.

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