ONG de pastor preso no Rio tem verba federal
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- Publicado em domingo, 12 maio 2013 08:48
O Instituto Vida Renovada (IVR), associação civil ligada à Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), recebeu R$ 1,9 milhão de verbas federais desde 2006. E ainda tem R$ 1,4 milhão a receber, em convênios para programas de prevenção e recuperação de dependentes de drogas, além de assistência jurídica, psicológica e social a presos, ex-detentos e outras minorias.
Com sede em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, a ADUD é presidida pelo pastor evangélico Marcos Pereira da Silva, 56, preso na terça-feira (7) acusado de estuprar duas fiéis de sua igreja. Ele também é investigado em outro inquérito por associação para o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e quatro homicídios.
De acordo com levantamento no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), feito pela ONG Contas Abertas a pedido do Estado, o governo federal já empenhou (reservou para pagamento posterior) R$ 1,4 milhão para o IVR, em dois convênios celebrados em 2011 e 2012.
No primeiro contrato, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República empenhou R$ 400 mil para implementação do "Centro de Referência em Direitos Humanos no Instituto Vida Renovada". O objetivo é "garantir a orientação geral sobre direitos humanos a qualquer vítima de violação de direitos" e prestar "atenção jurídica, psicológica e social a detentos, egressos do sistema prisional, seus familiares, comunidades e população em geral, bem como a pessoas com deficiência, idosos, quilombolas, indígenas, assentados, afrodescendentes, população GLTB e ciganos".
Já o segundo convênio, assinado com o Fundo Nacional Antidrogas, no valor de R$ 1 milhão, prevê a "realização de seminários para formação de 2.880 multiplicadores sociais para atuarem em ações de prevenção do uso e abuso de drogas lícitas e ilícitas (álcool, maconha, cocaína, crack, etc) junto ao seu grupo social".
O Instituto também recebeu R$ 216 mil da Prefeitura de São João de Meriti em 2012, para "execução e manutenção do centro de atendimento ao público egresso do sistema prisional, dependentes químicos e moradores de rua". A ONG não recebeu verba do governo do Estado, segundo o Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios.
Atendimentos. O site do IVR diz que em 2011 foram realizados mais de 4 mil atendimentos nas áreas social, jurídica e psicológica. Afirma ainda que seu abrigo em São João de Meriti atende 80 homens e 40 mulheres oriundos da marginalidade, das penitenciárias e da dependência química. As informações são do jornal "O Estado de São Paulo".
UOL
Mega-Sena sorteia R$ 2,4 milhões neste sábado
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- Publicado em sábado, 11 maio 2013 13:48
A Caixa Econômica Federal sorteia neste sábado (11) o concurso 1.493 da Mega-Sena, que tem prêmio estimado em R$ 2,4 milhões.
As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) em qualquer uma das 12,6 mil lotéricas do país. A aposta mínima custa R$ 2. O sorteio será realizado às 20h.
Caso apenas um apostador leve o prêmio da Mega-Sena, e aplique todo o valor na poupança, receberá mais de R$ 9 mil em rendimentos mensais, informou a Caixa. Com o valor é possível também comprar uma frota de 96 carros populares ou 12 casas no valor de R$ 200 mil cada.
Portal G1
Dilma dará mais seis meses de prazo para a Comissão Nacional da Verdade
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- Publicado em sexta, 10 maio 2013 09:06
A presidente Dilma Rousseff deve ampliar em seis meses o prazo para a conclusão dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade e a decisão constará de uma medida provisória que está sendo preparada pela Casa Civil.Ler mais... Dilma dará mais seis meses de prazo para a Comissão Nacional da Verdade
'Corpos de militantes eram como troféus no Doi-Codi'
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- Publicado em sexta, 10 maio 2013 14:28
Em depoimento prestado nesta sexta-feira (10) à Comissão Nacional da Verdade (CNV) em Brasília, o ex-sargento e servidor do Destacamento de Operações Internas do Centro de Informações de Defesa Interna do II Exército de São Paulo (DOI-Codi/SP), Marival Chaves, afirmou que após presos políticos da ditadura (1964-85) serem mortos e torturados nos chamados centros clandestinos de tortura – aqueles que estavam fora do aparato oficial de repressão – por agentes do Estado, seus corpos eram levados para o DOI-Codi de São Paulo para serem expostos aos oficiais do Exército. Chaves trabalhou do DOI-Codi entre 1973 e 1974.
O militar reformado foi interrogado pelos membros da CNV Cláudio Fonteles e Carlos Dias, e ao ser questionado do motivo para a exposição dos corpos dos dissidentes mortos, afirmou que funcionavam como "troféu". "As pessoas eram trazidas por se tratarem de figuras importantes nas organizações clandestinas, era como um troféu de vitória."
Entre os corpos que foram exibidos no DOI-Codi de São Paulo, Chaves apontou o casal Antônio Carlos Bicalho Lana e Sônia Maria Morais Angel Jones, militantes da Aliança Libertadora Nacional (ALN) mortos em 1973 no centro de cárcere e tortura clandestino da Serra do Mar, chamado de "O sítio". "Eles foram presos na Baixada Santista e levados para o sítio. Foram levados depois para o DOI-Codi, vi os corpos e deu para ver que as balas foram direcionadas para as cabeças e para os ouvidos."
Chaves não afirmou com certeza a autoria da determinação para que os corpos fossem expostos, mas o coronel reformado Carlos Alberto Ustra, comandante do DOI-Codi de 1970 a 1974, que também prestou depoimentos à CNV, foi apontado por ele como "permissivo em relação a este tipo de atitude". "Acho difícil que, sem que o comando tivesse conhecimento, ou até autorizasse, os corpos seriam trazidos e expostos a visitação pública interna no DOI", comentou, acrescentando que pediu para deixar o local porque não suportava as atrocidades.
Além do centro de tortura da Serra do Mar, que, segundo Chaves, funcionava desde antes de 1973, quando passou a trabalhar no DOI-Codi, até 1974, quando foi desativado, havia um segundo centro clandestino usado para os mesmos fins. "Em 1974 este primeiro centro foi desativado e montaram o de Itapevi, 'a Boate'." Para o ex-sargento, tanto o funcionamento do Sítio como o da Boate tinha aval e colaboração do comandante Ustra.
"Não tinha como uma iniciativa dessa acontecer sem o Ustra liberar. A decisão pela ativação dos centros era medida adotada pela cúpula do golpe. Se você quer definir responsabilidade, ele era o comandante", disse.
Ele ainda afirmou que os líderes da ALN eram pessoas "marcadas para morrer". "Se assumia o comando, morria." Um terceiro centro clandestino passou a funcionar em 1975, contou. "Era na Rodovia Castelo Branco." Ainda de acordo com ele, os últimos ativistas do Partido Comunista Brasileiros (PCB) desaparecidos foram encaminhados para este terceiro centro. Em 1975, líderes do PCB, como Orlando da Silva Rosa Bonfim Júnior, "foram encaminhados para este cárcere e lá morreram".
Esta foi a primeira vez que a Comissão da Verdade tomou depoimentos abertos ao público de agentes da repressão.
Fonte: Brasil 247
Operadoras têm até 2015 para cobrir o Brasil com internet móvel
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- Publicado em sexta, 10 maio 2013 08:53
Desde a terça-feira da semana passada, dia 30, pelo menos as seis cidades que receberão jogos da Copa das Confederações passaram a contar com a tecnologia telefônica de quarta geração.Ler mais... Operadoras têm até 2015 para cobrir o Brasil com internet móvel
GO: adolescente escreve carta para professora dizendo ser abusada pelo pai
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- Publicado em sexta, 10 maio 2013 09:19
Uma adolescente de 15 anos escreveu uma carta para a professora denunciando o próprio pai, que, segundo ela, a estuprava em Luziânia (GO). Segundo o Bom Dia GO, a professora entregou a carta ao Conselho Tutelar, que avisou à Polícia Militar. O suspeito foi preso em flagrante nesta quinta-feira.
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Operação das polícias civis já prendeu 1.179 criminosos em todo o país
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- Publicado em quinta, 09 maio 2013 17:31
Rio de Janeiro – O primeiro balanço parcial nacional da Operação PC27, deflagrada hoje (9) em todo o país, já fez a prisão de 1.179 pessoas, incluindo ações para cumprimento de mandados e de flagrante delito. Também foram apreendidos 14 adolescentes.
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Brasil
