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Infinitas escolhas

 

Necessitamos estar preparados para substituir a palavra sofrimento pela palavra enfrentamento, a nossa vida será uma página em branco, se não soubermos rascunhar os vários projetos optativos que a própira vida nos oferece.

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Sem noção, com muita emoção, só na propul$ão!

 

É pau, é pedra e qualquer hora dessas o editor me pega. Esse tal de deadline é um inferno na vida de qualquer pretendente a entregar uma obra com prazo marcado.

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É Sem Fim...

 

Texto e foto de Valéria del Cueto
 
Agora deram pra perguntar o que é. O Sem Fim... é registro de aventuras e suas respectivas produções que podem – e costumam - ser aventuras maiores ainda.
 
Começou lá atrás, em Cuiabá, 1997, com a criação do “Diário de Bordo” da produção e filmagens do curta  “História Sem Fim... do Rio Paraguai – o relatório”.
 
Era preciso criar um canal de comunicação com quem tinha interesse no projeto e em acompanhar as ações necessárias (e foram tantas) para sua realização. Impresso em papel ofício colorido, o fanzine (era isso?) trazia nas margens superior e inferior os bichinhos do pantanal criados por Josué Moreira e chegava aos leitores pelo correio.
 
No início umas 30 pessoas faziam parte da listagem. O “Diário de Bordo” feito na impressora lá de casa, chegou a ser enviado a mais de 500 endereços, em várias cidades do país.
 
O filme veio e a divulgação passou a ser feita via email numa newsletter, já com outro formato, acompanhando a evolução da internet. Foram inúmeras  edições. Muitas histórias contadas. Que passaram a ser publicadas em jornais e sites.
 
Delas, nasceu o Sem Fim.... Um grande container de impressões coletadas por este e outros caminhos.  Ele é som, imagem, palavra, a ideia de que qualquer meio é válido, se contiver uma  mensagem. É vídeo, áudio, foto, texto, tudo junto e misturado.
 
O resumo das viagens pelo Brasil é passeio turístico permanente e informativo das quebradas do país, especialmente das fronteiras. É observação e narrativa da vida, da lida cotidiana, política, esporte, economia, ecologia, fala do dia a dia. Explora, descreve, contextualiza e poetiza. Está distribuído nas séries:
 
“Ponta do Leme”, a leitura carioca da gema do  ponto de observação da sua praia, entorno e horizonte.
 
“Parador Cuyabano” é a base no Cerrado para a convivência com o interior de Mato Grosso e outros caminhos do centro-oeste.
 
“Fronteira Oeste do Sul” abrange a tríplice fronteira Brasil/Argentina/Uruguai e visita a cultura pampeana pelos laços familiares.
 
“É carnaval” são crônicas, artigos, reportagens e fotos, muitas fotos, referentes à maior festa popular do planeta, o carnaval carioca e, também, ao carnaval de Uruguaiana/RS.
 
“Vagabinhas” são os delírios dadaístas fotográficos. Só vendo pra entender.
 
E, finalizando as “Photo graphias”. Dos meios foi último a chegar, mas é o mais satisfatório artisticamente. O problema é a edição, já que os ensaios são duplos. Além dos artísticos, no mesmo pacote, sempre é feito um estudo imagético com viés antropológico, do objeto e seu ambiente.
 
Filosófica e sociologicamente o que impulsiona o projeto é uma brincadeira infantil de contação de histórias chamada “História Sem Fim...”, onde um começa a contar, depois o seguinte pega o fio, o outro vai adiante, mais um... e lá se foi.
 
São esses fios que o Sem Fim... tenta preservar, indexar e quando pode, difundir. Hoje, não mais em folhas ofício amarelas com letras azuis, mas nas redes sociais e outros meios multimídias.
 
*Valéria del Cueto é jornalista, fotógrafa e gestora de carnaval. Crônica da série “Ponta do Leme”, do SEM FIM... http://delcueto.wordpress.com 

Estica, puxa, encolhe e manda


Texto e foto de Valéria del Cueto
 
Andei, andei, andei e, apesar de não estar cansada, sentei. É isso mesmo: obrigada. Afinal, nesse caso, para alcançar meu objetivo, só me resta esperar. E você com isso?

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Ainda bem

Fico imaginando se no meu tempo de estudante, quando fui obrigado a sair de Cuiabá para estudar medicina no Rio de Janeiro, houvesse uma lei local proibindo estudantes de outros Estados do país a fazerem vestibular nas escolas médicas daquele Estado.

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